Motociclista que bateu em carro estacionado está intubado na UTI: 'Pedir a Deus para ele ficar bom'
16/03/2026
(Foto: Reprodução) Motociclista fica em estado grave após colidir com carro estacionado em Rio Branco
O vigilante Eduardo Pinho, de 25 anos, está intubado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto-Socorro de Rio Branco após bater a motocicleta em um carro estacionado na Avenida Antônio da Rocha Viana, em Rio Branco, nesse domingo (15).
Segundo testemunhas, o motorista trafegava em alta velocidade no sentido Centro-bairro e a batida ocorreu quando ele tentou ultrapassar um caminhão boiadeiro e bateu na traseira do carro parado.
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"Está na UTI, é grave e só teremos notícias às 16h. Ele fez uma cirurgia na cabeça porque deu traumatismo craniano. Entrei ontem [domingo] na UTI para vê-lo e orar por ele. Meu filho todo intubado, mas a médica falou que ele está no melhor lugar e temos que orar e pedir a Deus para ele ficar bom logo", disse ao g1 nesta segunda-feira (16) Raimunda Nonata, mãe do motociclista.
Raimunda disse que o filho tinha saído na noite anterior, mas retornou para casa. A família não sabe, contudo, para onde ele ia quando ocorreu o acidente.
Eduardo Pinho, de 25 anos, está na UTI do PS após bater em carro
Arquivo pessoal
"Acho que alguém ligou para ele e saiu. Não sei quem foi, não consegui acessar o celular dele. Está tudo confuso, são muitas perguntas, não sei o que falar. Não sabemos ao certo o que aconteceu", relatou.
Ainda segundo a mãe, Eduardo trabalha de vigilante em um condomínio e estava de plantão nesse domingo. Por isso, ela acredita que o filho não estava alcoolizado.
"Ele ia trabalhar, falou para mim que estava de plantão e acredito que não estava bebendo. As pessoas não sabem se ele estava bêbado, saíram muitas mentiras e não sabem o que falam", lamentou.
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Acidente na Antônio da Rocha Viana ocorreu nesse domingo (15)
Aldo França/ Rede Amazônica Acre
Pedido de ajuda
Com a internação do jovem, Raimunda explicou que a família precisa de ajuda financeira para as despesas. Ela contou que está afastada do trabalho que exerce em um motel da capital há mais de um ano e que não tem renda.
A família iniciou uma campanha para conseguir dinheiro para comprar material de higiene pessoal e medicamentos solicitados no hospital.
"Pediram algumas coisas e não tenho condições para comprar. Alguns amigos ajudaram, compramos algumas coisas. Ele mora comigo e tem uma filha de nove anos. Qualquer ajuda é bem-vinda", complementou.
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